DRAMATIS

Dramaturgia: mídias, teoria, crítica e criação
Coordenação: Cleise Furtado Mendes

Professores (as):
Cássia Lopes
Antonia Perreira
Cláudio Cajaíba

O Grupo de Pesquisa Dramatis – Dramaturgia: mídias, teoria, crítica e criação foi criado em 2008, com objetivo de congregar, no âmbito dos estudos acadêmicos, interesses de pesquisa que têm como interface a escrita dramatúrgica e a diversidade de suas práticas na atualidade. Sob a liderança da dramaturga Cleise Mendes, o grupo reúne profissionais de Artes Cênicas, Letras, Cinema, Música, Teledramaturgia, Comunicação e Psicanálise, através de trabalhos que investigam e desenvolvem variados processos de composição dramática, como adaptações de textos, escrita e tradução de peças e roteiros para palco, TV, vídeo, rádio, cinema, jogos interativos, webseries, publicidade, arquitetura de noticiários e outros. As pesquisas em curso no Dramatis colocam-se, portanto, nesse espaço de interseção em que a dramaturgia assume diferentes formatos e vocações, respondendo às múltiplas demandas dos meios para sua veiculação, os quais, por sua vez, abrem possibilidades antes insuspeitadas para novas relações entre criadores e receptores.

Linhas de pesquisa:
1. Processos de criação e trans-criação em dramaturgia
2. Teoria, crítica e recepção do drama

Através da produção de seus pesquisadores, dramaturgos e roteiristas, o grupo mantêm intercâmbio com casas de espetáculo (Teatro Martim Gonçalves, Teatro Gamboa Nova, Teatro Castro Alves, Teatro Vila Velha, Teatro José de Alencar – CE), com a ABRACE (Associação Brasileira de Artes Cênicas), a Associação de Roteiristas do Brasil, a Cena Lusófona (Portugal), o Royal Court Theatre (Inglaterra) e a Cátedra Itinerante de Teatro (América Latina).

Em 2010, vários textos dramáticos foram produzidos/encenados por integrantes do Dramatis, como Monstro (Marcos Barbosa), A Memória Ferida (Antônia Pereira), Milton Santos (roteiro cênico de Elisa Mendes); alguns receberam premiações, como Uma Vez, Nada Mais (Hebe Alves, Festival de Guaramiranga); Última Sessão de Teatro (Luiz Marfuz, Prêmio Braskem) e Joana d’Arc (Cleise Mendes, Prêmio Braskem). Em 2011, foi publicado, com org. de Marcos Barbosa, Novo Drama Alemão (Salvador: DRAMATIS; Instituto Cultural Brasil- Alemanha –ICBA). Além da participação conjunta em congressos, mesas redondas e seminários e da contínua divulgação de estudos em periódicos e capítulos de livros, integrantes do grupo produziram pesquisas individuais, como Gilberto Gil, a poética e a política do corpo, de Cássia Lopes (Perspectiva, 2013), a segunda edição de Abertura para outra cena: o moderno teatro na Bahia, de Raimundo Matos (EDUFBA, 2013) e Beckett e a implosão da cena: poética teatral e estratégias de encenação, de Luiz Marfuz (Perspectiva, 2014). Em 2013, foi encenada a peça Dois de Julho: a Carta de Alforria, de Cleise Mendes.

Cinco livros já foram publicados pelo grupo. Em paralelo com a publicação de peças de autores estreantes, produzidas em oficinas de dramaturgia, duas obras foram lançadas reunindo artigos de integrantes do grupo e pesquisadores convidados: Dramaturgia, ainda: reconfigurações e rasuras (EDUFBA, 2011), com org. de Cleise Mendes e Tempo de Dramaturgias (EDUFBA, 2014), com org. de Cássia Lopes e Raimundo Mattos.

Untitled-1